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bicentenário do nascimento de garibaldi

Bicentenário do nascimento de Giuseppe Garibaldi : um herói entre nós


Uma das historiadoras brasileiras mais conhecidas nos círculos acadêmicos da Itália, a professora gaúcha Núncia Santoro de Constantino, Doutora em História Social e docente do Programa de Pós-Graduação em História da PUC-RS, analisa, em entrevista por e-mail ao jornalista Humberto Trezzi, a presença marcante e duradoura de Giuseppe Garibaldi, que permanece um mito para milhões de pessoas no mundo. A historiadora foi condecorada, recentemente, pela República da Itália, com a Ordem do Mérito em grau Cavaliere, pela relevância de seus estudos relacionados com a imigração italiana.

Em 2007, ano em que é comemorada a passagem do bicentenário do nascimento do herói, Núncia Constantino escreveu o ensaio "Memória de Garibaldi e a construção da identidade entre italianos no Rio Grande do Sul", sua contribuição especial para o livro "Os caminhos de Garibaldi na América", obra coletiva que reúne nove historiadores da Itália e do Brasil. O livro que será lançado em 12 de julho próximo em Porto Alegre, e no dia 30 do mesmo mês em Gênova, em colaboração com a
Fondazione Casa America, foi editado pela Laser Press Comunicação, e organizado pelos jornalistas Sylvia Bojunga e Omar L. de Barros Filho, e pelo procurador de justiça Ricardo Seelig.

A iniciativa conta com o apoio institucional do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul e da Assembléia Legislativa gaúcha, e com o patrocínio cultural da Souza Cruz e do Banrisul. (Para conhecer mais detalhes sobre a programação prevista para as comemorações dos 200 anos de nascimento de Giuseppe Garibaldi, com a presença das fundações italianas
Giuseppe Di Vittorio e Sandro Pertini, em Porto Alegre, clique em ViaPolitica ou no site oficial italiano. (Omar L. de Barros Filho)

P - Dois séculos depois, qual a herança garibaldina para o mundo?

NC – Acredito que determinados valores defendidos por Garibaldi na sua fase madura, relacionados sobretudo à representação popular no regime republicano, continuam sendo desejáveis. Seus pronunciamentos neste sentido, no período pós-unitário, podem ser considerados atuais, sobretudo diante da realidade de tantos países, onde a democracia é desconhecida ou a república é uma fantasia.

Entretanto, se há uma verdadeira herança garibaldina, está justamente atrelada à imagem mítica, assim como às diferentes leituras e releituras que vêm sendo realizadas no curso de 150 anos. Garibaldi tornou-se herói-signo das comunidades italianas espalhadas pelo mundo, em busca de uma identidade. Tais comunidades são percebidas como grupos étnicos quando, em primeiro lugar, acreditam ser portadoras de determinada cultura e de tradições que as distinguem das outras.

Por outro lado, a identidade pode ser lida pelos outros a partir de um conjunto de signos, indicadores do limite dessa mesma identidade, que é uma construção cultural que se realiza em dado tempo histórico. Então, a função simbólica de Garibaldi vem sendo sempre revalorizada, como agora.

Continua sendo o herói de dois mundos, inclusive do nosso mundo a exportar gente, especialmente jovens gaúchos, que podem afirmar ter sua terra sido generosa para com o herói italiano, além de comungar com ele de ideais republicanos; que podem afirmar ter sido Anita uma mulher brasileira, morta em plena luta nas terras italianas, sacrificando a vida por ideais de liberdade. Garibaldi está dizendo novamente que lutou pela democracia com os brasileiros meridionais. Que vestiu poncho e que reconheceu nos gaúchos homens valentes e hospitaleiros.

P - Qual o personagem no século XX ou século XXI se aproximaria da figura de Garibaldi? Che Guevara, talvez?

NC - A idéia de "cosmopolitismo" alcança o pensamento comunista da segunda metade do século XIX: lutar por um mundo melhor ou por sociedades mais justas é ideal bem mais antigo e se expressa perfeitamente no pensamento mazziniano, desde o início do mesmo século, pensamento que nortearia a ação política de Garibaldi, sem dúvida cosmopolita. Uma maior aproximação verifica-se quando é considerada a questão do mito, como uma história que serve de referência, com determinada função social.

Ambos os personagens constituem mitos, só que o Garibaldi revolucionário serve tanto à esquerda como à direita, que se apropriam de diferentes imagens em diferentes tempos, segundo seus propósitos. Como acréscimo lembro ainda que Garibaldi não está associado a vanguardas intelectuais ou à juventude, mas às grandes massas populares italianas, européias e americanas. Personagem que alcançou a velhice e viveu intensamente muitos e diferentes contextos, é personagem rico, multifacetado; associá-lo a quem quer que seja é correr o risco de reforçar ideologias.

P - No prefácio do livro Os caminhos de Garibaldi na América, Annita Garibaldi Jallet traça um perfil mais do que idealista de Garibaldi. Quase poético, diria... A senhora acredita que a própria unificação da Itália estaria num segundo plano, perto da figura de Garibaldi?

NC - Ainda não li a obra mencionada, que estará sendo lançada oficialmente no dia 12 de julho próximo. Nunca havia pensado no assunto desta forma. Em outras palavras, para responder necessitaria de dados empíricos de que não disponho, para argumentar...


P - Garibaldi recebeu carta de corso para pilhar navios do Império brasileiro. Historiadores gaúchos, no livro, assinalam que isso deu a Garibaldi fama de pirata (ele assim é descrito por historiadores simpáticos aos imperiais). A senhora acha que o fato de ter sido corsário prejudica a biografia de Garibaldi? De alguma forma o que ele fez é condenável ou tratava-se de um costume da época?

NC - Começo a responder apontando em duas direções, ou seja, para a discussão sobre o relativismo na História e para a questão das representações. Não sendo uma pós-moderna, admito um relativismo relativo. Quanto às representações, me ocorre uma discussão que assisti em recente congresso na USP, organizado pelo Istituto Italiano di Cultura, em São Paulo. Trata-se do estudo desenvolvido pelo Professor Pino Boero, da Universidade de Gênova, analisando representações de Garibaldi nos livros escolares, em diferentes décadas, à inspiração dos heróis infantis do período. Sandokan parece ter sido uma das representações mais duradouras. Em outras palavras, "o tigre da Malásia" ou o carismático pirata, para alguns poderia ser a representação perfeita de Garibaldi, corajoso aventureiro.

Acredito, contudo, que o excelente estudo de Salvatore Candido, amplo e aprofundado, no meu ponto de vista dá conta do assunto. O historiador acredita que o objetivo principal da outorga da carta de corso era enfraquecer a marinha imperial. Portanto, mais do que um projeto econômico individual, tratar-se-ia de uma tática de guerra. Escreve o autor, referindo-se ao mês de maio de 1837, quando o litoral do Rio Grande do Sul já estava controlado pelos imperiais, que "a aventura corsária do Mazzini e de outros navios poderia constituir um diversionismo destinado a aliviar a pressão das forças imperiais sobre os portos e sobre as costas da república rebelde" (CANDIDO, Salvatore. Giuseppe Garibaldi: corsário rio-grandense. Porto Alegre: IEL:EDIPUCRS, 1992. p. 133)

P - Historiadores gaúchos também dizem que, se Garibaldi não tivesse conseguido grandes vitórias na Unificação da Itália, provavelmente seria mais um italiano a ter lutado na revolução do Rio Grande do Sul. Não seria nome de praça, nem de cidade, nem de rua no nosso Estado. Dizem que ele só virou personagem de livros de história no Brasil porque saiu vitorioso na Itália e que a História não glorifica perdedores. O que a senhora acha disso?

NC - A pergunta é inteligente, porque praticamente obriga a entrar em polêmica. Penso que esses historiadores gaúchos têm boas chances de razão, pois Garibaldi, sendo herói em tantos mundos, bem poderia ser aproveitado no mundo dos gaúchos, onde foi visto ao vivo e a cores, além de deixar alguns companheiros vivos e mortos. Mas há um detalhe de fundamental importância a ser levado em conta: tornou-se este herói entre nós, gaúchos, sobretudo por obra dos historiadores da geração de 1930, reunidos no Instituto Histórico e Geográfico, que revisitaram a Revolução Farroupilha na comemoração do seu centenário, iluminados pelo êxito da Revolução de Trinta que alçou os gaúchos à condição de salvadores da pátria.

Othelo Rosa, Dante de Laytano, Souza Docca e Walter Spalding rendem-se à narrativa revolucionária e, influenciados por uma modalidade de história que destacava os feitos militares, tão valorizada à época, sucumbem ao fascínio da narrativa da travessia por terra com os lanchões, comandada pelo jovem Garibaldi. Mesmo Souza Docca e Walter Spalding, que criticaram em outros historiadores os excessos laudatórios e depuraram aspectos lendários, sempre destacaram a importância de Garibaldi no processo revolucionário, justamente pela vocação à estratégia, que já se revelara excepcional na Europa. Já que foi permitido ingressar no terreno do futurível, poder-se-ia pensar que, no afã de glorificar os farroupilhas, historiadores do período glorificassem também Garibaldi, homenageando-o com alguma rua ou praça. Em outras palavras, é provável que seu papel não alcançasse tanto destaque, tantas ruas e praças, se já não fosse "o herói dos dois mundos".

A construção do mito

No bicentenário de nascimento do italiano Giuseppe Garibaldi, pesquisadores discutem como ele passou de "pirata" a "herói"

Herói de dois mundos, orgulho dos oriundi italianos em todo o planeta, um dos pioneiros a concretizar a revolução permanente pretendida mais tarde por Che Guevara. Não são poucos os epítetos dirigidos ao italiano Giuseppe Garibaldi neste bicentenário do seu nascimento, que é comemorado com certa pompa no próximo 4 de julho. O ápice das celebrações no Rio Grande do Sul, que abrigou o revolucionário por anos e onde ele pegou em armas contra o Império, deve ocorrer em 12 de julho, no Encontro Internacional Celebração do Bicentenário de Giuseppe Garibaldi, que se realiza na Assembléia Legislativa do Estado com apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Os deputados decretaram este como o Ano Garibaldino.

Mas quem era, afinal, Garibaldi? Um livro que será lançado no encontro da Assembléia mostra não apenas a faceta heróica do italiano, mas a construção do mito. Na obra, intitulada Os Caminhos de Garibaldi na América, especialistas italianos e brasileiros desnudam, por exemplo, como o rebelde era visto por seus inimigos. O galante marinheiro idolatrado pelos farroupilhas gaúchos e por CTGs mundo afora aparecia descrito pelo escritor Caldre Fião, simpático aos imperiais, como "um pirata". Na época, importante não esquecer, o Rio Grande era apenas uma província rebelde, e a imprensa majoritariamente se alinhava ao Império.

"Contava-se ainda mais como cousa certa que um dos companheiros de Garibaldi, que com ele tinha feito as mais infames piratarias na Lagoa dos Patos, era o que comandava e dirigia essa reunião", relata Caldre Fião no texto O Corsário.

Corsário, por sinal, Garibaldi nunca negou que fosse. Tanto que recebeu do líder farroupilha Bento Gonçalves uma carta de corso, autorização formal para pilhar navios imperiais, em nome da República Rio-grandense. E assim o fez, do Rio de Janeiro à Lagoa dos Patos, do Rio da Prata ao Rio Paraná, durante anos.

O leitor pode ainda se espantar que os feitos garibaldinos, louvados hoje como epopéia pelos tradicionalistas gaúchos, não tenham passado de fragorosas derrotas, no entender dos imperiais. O historiador Tristão de Araripe, no seu livro Guerra Civil no Rio Grande do Sul, desdenha dos farrapos em geral e de Garibaldi em particular:

"A República jamais teve força naval. Apenas José Garibaldi, esse que posteriormente constituiu-se herói na Itália, comandou alguns lanchões, que foram logo tomados pela Marinha nacional".

Ou seja, Garibaldi não era, para muitos historiadores que viviam na sua época, o gênio militar que a história veio a consagrar posteriormente. A imagem de guerreiro irredutível - quase um vitorioso, embora acumulasse derrotas no sul da América - começou a ganhar espaço apenas no fim do século 19. Foi construída por propagandistas republicanos que viriam a se transmutar de revolucionários em ditadores, como Júlio de Castilhos. Um dos castilhistas, Ramiro Barcellos, saudaria em A Federação (jornal oficial republicano) a "dedicação e bravura que tornaram Garibaldi um dos homens mais notáveis na sua pátria e um dos mais admirados no presente século". O mais ilustre seguidor de Castilhos, Borges de Medeiros, aparece em gravuras ao lado do retrato de Garibaldi, símbolo da coligação dos colonos italianos com os gaúchos.

O curioso é que a propaganda republicana falava de Anita, mas omitia o fato de que ela era casada quando conheceu Garibaldi. Questão de moral. Outra curiosidade é que o mito do revolucionário italiano foi apropriado por rebeldes à esquerda e ditadores à direita, sem pudores ideológicos. Tanto comunistas como fascistas se definem "garibaldinos".

O ditador Benito Mussolini, em 1932, faturou em cima dos restos de Anita Garibaldi, que foram retirados de uma sepultura no interior da Itália e enterrados com honras militares em Roma. Naquele ano, na capital gaúcha, foi lida em nome de Mussolini uma mensagem que citava os "vínculos de sangue e de ideais que nos têm unido através de um século".

Nada disso teria ocorrido - o uso do mito Garibaldi, os festejos - se o revolucionário não tivesse sido vitorioso na sua luta pela unificação italiana, acreditam os historiadores gaúchos Álvaro Bischoff e Cíntia Vieira Souto, que participam do livro a ser lançado dia 12.

- Ele seria um estrangeiro como os outros na Revolução Farroupilha, com participação transitória e não decisiva. Como herói, ele é uma construção, bem cimentada, mas uma construção - arremata Bischoff.

Polêmica para mais dois séculos.



Piratas


Em seu tempo, Garibaldi e seus homens receberam de adversários políticos alcunhas de "piratas", "aves de rapinas" e "ladrões":


"Contava-se ainda mais como cousa certa que um dos companheiros de Garibaldi, que com ele tinha feito as mais infames piratarias na Lagoa dos Patos, era o que comandava e dirigia essa reunião. Algumas das famílias queixaram-se amargamente de se verem expostas a visitas desses ladrões, aves de rapina que levavam consigo quanto encontravam, ainda mesmo dos mais pobres..."


José Antônio do Vale Caldre e Fião, escritor, no texto O Corsário, publicado no jornal O Americano em 1849.


Com o geneda aventura


O Mediterrâneo foi o primeiro palco de Garibaldi, filho de marinheiro e, na juventude, marujo por opção. O Atlântico veio a seguir, nas andanças pela América Latina. O Pacífico e a Ásia, na maturidade. Para tudo se acabar mais uma vez no Mediterrâneo, em Caprera, onde viveu tranqüilo os últimos dias. À parte qualquer controvérsia sobre o guerrilheiro italiano e seus objetivos, existe uma unanimidade, até entre seus inimigos: seu sobrenome era aventura.

Nascido em Nizza (Itália), atual Nice (França), Garibaldi viveu 74 anos, numa época em que a expectativa média de vida para marinheiros era de pouco mais de 40. Além disso, era um globetrotter numa época em que inexistiam aviões. Navegou por todos os mares bravios de sua época e passou períodos em lugares tão díspares como Peru e Austrália, Uruguai e Turquia (onde viveu anos), China e Inglaterra, Brasil e Estados Unidos, Bolívia e Itália.

O mais incrível: guerreou em grande parte desses lugares e sobreviveu para contar a história. Em 1837, logo no começo das aventuras como corsário, atacou dois navios brasileiros e depois se refugiou no Uruguai. Ao ser perseguido por dois navios uruguaios, enfrentou-os em batalha. Levou um tiro que o desacordou. A bala entrou sob a orelha esquerda, atravessou o pescoço e ficou alojada no lado direito, entre as vértebras e a faringe. Após dias delirando, em meio a uma fuga, o guerrilheiro foi operado e melhorou.

Também em 1839 a morte passou perto - e em duas ocasiões. A primeira quando tentou tomar Laguna (SC). Os barcos Seival e Farroupilha foram surpreendidos por uma tempestade e o último naufragou, tendo Garibaldi, exímio nadador, sido um dos poucos sobreviventes. Seis italianos que estavam com ele morreram afogados. Dias depois, com Laguna já nas mãos dos republicanos, a frota de Garibaldi foi atacada por 22 navios imperiais. Centenas de farroupilhas acabaram mortos e o italiano escapou por milagre em meio à metralha.

Anos depois, em agosto de 1849, Garibaldi teve de se retirar de Roma, com austríacos e franceses no encalço. Fez uma longa e dolorosa marcha a pé através de pântanos. Ali, perdeu Anita, em 1849.

Muitas batalhas depois, morreu de velho, em junho de 1882. Um panfleto anônimo correu a península italiana, lamentando em versos o seu fim:

"Chora, Itália, a morte do pai / que os seus filhos corriam a abraçar / que ao som da corneta às armas / então corriam por terra e mar".


Licença para saquear


Em 1838, Garibaldi recebeu do governo farroupilha uma carta de corso. Por meio dela poderia ficar com o butim arrancado junto às naus imperiais.

O próprio Garibaldi, em suas memórias, disse que ele e seus companheiros finalmente se sentiram livres, navegando sob um pavilhão republicano: "Enfim éramos corsários. Com dezesseis homens de equipagem e um navio, éramos capazes de declarar a guerra a um império... O oceano me pertencia e eu tomava posse do meu império. Desfraldava-se pela primeira vez, naquelas costas meridionais, uma bandeira de emancipação! A bandeira republicana do Rio Grande".

"O Capitão Tenente José Garibaldi, portador deste, segue a tomar conta do comando da flotilha que vai cruzar a Lagoa dos Patos em serviço da República. Algumas vezes tem ele, segundo suas instruções, de aproximar-se a essa costa sobre a barra do Arroio Grande, São Lourenço etc., etc., e V. Sa. se prestará a todas suas requisições, não só para o fim de centralizar as presas do inimigo como de munício (munição), e de algum próprio que necessite enviar ao general-em-chefe ou a mim. Dou guarda a V. Sa."

Piratini, 10 de junho de 1838. (a) Bento Gonçalves da Silva


 Fonte : zero hora


> Realiza-se no próximo dia 12 de julho de 2007 o Encontro Internacional Celebração do Bicentenário de Giuseppe Garibaldi, iniciativa das fundações italianas Giuseppe Di Vittorio e Sandro Pertini, com apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul e da Assembléia Legislativa. Das 14h às 18h, no Teatro Dante Barone, na Assembléia, na Praça da Matriz.


> Participam como palestrantes a cientista política italiana Annita Garibaldi Jallet (bisneta de Giuseppe e Anita Garibaldi), Luigi Mascilli Migliorini, da Universidade de Nápoles, e Nuncia Santoro de Constantino, da PUCRS.


> As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.viapolitica.com.br.


> Durante o encontro será lançado o livro Os Caminhos de Garibaldi na América, editado pela Laser Press Comunicação, em parceria com o Memorial do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.


> O livro será distribuído gratuitamente às pessoas que estiverem inscritas no seminário. 

 Humberto Trezzi



04/07/2007
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